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sábado, 26 de maio de 2018

REFLEXÃO: PALAVRAS - Pr ROGÉRIO AMARAL




PALAVRAS
Efesios 4:29 "Não saia da vossa boca nenhuma palavra que cause destruição, mas somente a que seja útil para a edificação, de acordo com a necessidade, a fim de que comunique graça aos que a ouvem".

    Existe um ditado antigo que quase todos já, pelo menos, ouviu: " Deus nos deu 2 ouvidos e 1 boca para que ouçamos mais e falemos menos ". Em um outro momento falarei sobre ouvir, hoje quero refletir sobre falar.

      Ainda que hoje em día a fala sonora (a boca e língua emitindo sons decifráveis), pois as redes sociais nos tem "furtado" esse dom da fala sonora, é inegável como as palavras continuam destruindo relacionamentos (matrimônios, amizades, famílias, etc.), continuam gerando guerras, matando sonhos, gerando ódio, etc. O interessante é que se parássemos para usar o bom senso, o equilibrio, o amor, a compaixão, muito difícilmente diríamos o que dizemos.

      Em contrapartida sabemos que as palavras bem ditas (momentos certos, conteúdo saudável, etc.) elas não somente têm o poder para restaurar vidas como para, literalmente, gerar vidas; as palavras cheias de graça e sabedoria restaura familias, aumenta a auto-estima, impulsiona o que está na inércia da vida, alegra coração e formoseia o rosto, estabelece paz, cura enfermidades, etc.


      Neste versículo acima, numa das últimas cartas que o apóstolo Paulo escreveu, já um ancião, cheio de experiências de vida e de experiências com o Deus da vida e na vida, diz que devemos libertar, dizer palavras que produzem vidas para os que ouviram estas palavras, isso é, Paulo está dizendo que todos nós fomos gerados-criados-formados para produzirmos vidas e esse dom maravilhoso da fala também, como tudo no nosso corpo, tem que seguir, alcançar este fim, tem que produzir vida.

      Eu nunca briguei, físicamente, corporalmente, com ninguém. Contudo, devido así fato de Deus ter me dado a habilidade de pensar muito rápido, eu já machuquei muitas pessoas com palavras, já iludi tantas outras. Mas, por misericórdia de Deus, eu me converti, fui alcanzado por Deus em Cristo Jesus e então comecei a ler e estudar a Biblia para conhecer mais e mais de Deus. Num dia, reunidos com amigos, num momento de brincadeira, eu dei uma resposta a uma amiga e esta se sentiu tão mal que foi para a cozinha e não mais saiu de lá. Neste dia eu fui para a minha casa e orei incesantemente a Deus pedindo para que ele usasse a minha boca somente para abençoar vidas. Sabe, não direi que estou 100% transformado, mas posso afirmar que o meu pensar rápido tem me permitido pregar o Evangelho, aconselhar vidas e abençoar outras tantas.

      Pensem nisso!
      NELE, que sempre abriu a boca para gerar vidas à todos, Rogério Amaral.

REFLEXÃO: TENHA BOM ÂNIMO - ROGÉRIO AMARAL


TENHA BOM ÂNIMO

"No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo (motivação), porque eu venci o mundo", João 16: 33.

Motivação são todos os elementos psicológicos que levam alguém a fazer alguma coisa. Motivação (motivo em ação), segundo o dicionário Aurélio, é o conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta ou o procedimento moral (bom ou mau) de um indivíduo. Geralmente esses motivos são definidos como necessidades, desejos ou impulsos, oriundos do indivíduo, que dirigem ou mantêm o comportamento voltado para o objetivo.

Para Abrahan Maslow, os motivos pelos quais agimos estão organizados em uma hierarquia de necessidades que vão desde os inferiores até os superiores. Essa hierarquia é composta das seguintes necessidades: fisiológicas (fome, sede, sono e repouso), de segurança (estabilidade, ordem), de amor (família, amizade e outras) de estima (auto-respeito, aprovação), de auto-realização (desenvolvimento de capacidade).

De acordo com Falcão, em Psicologia da Aprendizagem, a motivação pode ser intrínseca e extrínseca. Na primeira, o interesse reside na atividade em si (desempenho estimulado pelo interesse na própria tarefa - processo interno). Na extrínseca, a atividade é encarada como meio para alcançar outro objetivo, através de fatores externos que provocam a motivação, como ponto-chave para se alcançar o sucesso.

Ter bom ânimo é saber, conseguir olhar para a vida sabendo que nela também tem e que encontraremos coisas boas!

Ter bom ânimo é ter entender que muitas vezes até nas perdas se tem conquistas, que até nos tombos se fica mais forte, que até nas despedidas existe encontros!

Ter bom ânimo é ter a consciência de que nenhuma situação ruim é eterna que somente existe o eterno em Jesus (se com Jesus vivemos aqui e agora, com ELE viveremos eternamente, se vivemos o aqui e agora sem Jesus, sem ele experimentaremos a morte eterna)!

Ter bom ânimo é ter um espírito focado na fé, esperança e no amor, tudo isto em Confiança no amor de Deus por nós.

Esse bom ânimo é uno em seu olhar e sentir, pois, Tiago diz que o homem de ânimo dobre, duplo, não tem bom ânimo, sendo essa a razão dele ser inconstante em todos os seus caminhos.
Bom ânimo, para Paulo, era poder suportar tudo sem perder a exultação da esperança; como quando nada tendo, ainda assim se sentia possuindo tudo; ou quando atentava não para as coisas que se vêem, mas nas que se não vêem, pois as que se vêem são temporais, e as que se não vêem, são eternas.

Jesus sempre interrompia os medos com o brado de “tende bom ânimo”!

Tiago diz que esse ânimo uno, e não dobre, pode ser adquirido mediante a oração, pois, se alguém pede e não duvida em seu coração, por esse exercício de fé, de não-dúvida, ele está dando o primeiro passo para um sentir uno. Onde há fé não há espírito dobre. E onde este está, ali a fé não fez ainda morada.

            O fruto de um ânimo uno e que caminha sem dúvida, embora não saiba nada, sendo este o supremo exercício da confiança como bem existencial, é que por meio desse único foco, o espírito aprende a sabedoria, visto que esta é resultado da simplicidade que, sem conflito algum, ouve, vê, entende, espera, confia, e jamais dúvida do amor de Deus.

            O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, porém, seu melhor fruto, é que por ele seu possuidor ganha a serenidade da sabedoria. Ou seja: um bom ânimo!

            Pense nisso!

            NELE, que jamais desanimou da vida e nem desanimou de nós, Rogério Amaral.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

REFLEXÃO: ORGULHO, LIBERE-SE - ROGÉRIO AMARAL



ORGULHO, LIBERE-SE
"O orgulho dos pequenos consiste em falar sempre de si próprios; o dos grandes, em nunca falar de si" (Voltaire).
Orgulho é um substantivo masculino com origem no termo catalão orgull que é uma característica de alguém que tem um conceito exagerado de si próprio. Também pode significar altivez, brio, pundonor, dignidade e soberba.
A palavra orgulho pode ter uma conotação positiva ou negativa, dependendo do contexto e do sentimento que representa. É um termo pejorativo quando se refere a um sentimento excessivo de contentamento que uma pessoa tem a respeito de si mesma, de acordo com as suas características, qualidades e ações. Uma pessoa orgulhosa mostra altivez, soberba, vaidade, arrogância, podendo mesmo revelar desprezo em relação a outra pessoa. Neste caso, o antônimo de orgulho é humildade.
O orgulho pode-é um sentimento muito destrutivo. É um sentimento de satisfação por uma imagem de grandeza pessoal, de superioridade.
O orgulho em excesso pode se transformar em vaidade, ostentação, sendo visto apenas então como uma emoção negativa, a arrogância. Ele se diferencia do orgulho que a pessoa sente de sua própria dignidade. O orgulho também é contaminado pelo preconceito, julgamentos, críticas. O orgulhoso sempre tem razão e o outro não importa para ele, a não ser se for outro orgulhoso com mais poder.
 A vaidade e o orgulho andam juntos e se completam, é o casamento perfeito e não há risco de separação, pois eles se fortalecem. Quem por acaso contrariar um orgulhoso jamais terá seu perdão. O orgulho é inimigo do perdão e irmão da vaidade e passa longe da humildade, que une os homens, enquanto o orgulho os separa. E, para completar, o orgulho é o primo pobre da inferioridade. 
Ainda existe outro aspecto do orgulho, [e aquele orgulho que não se aceita e usa atitudes de superioridade para mostrar um valor que está longe de ter. A rigidez é outra face do orgulhoso, ele precisa dela para manter seu poder, e essa necessidade de ter poder o faz perder.
A Bíblia, no livro de Provérbios 16:18-19, nos diz: “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. Melhor é ser humilde de espírito com os: mansos, do que repartir o despojo com os soberbos”, e em Provérbios 8:13 diz: “Temer ao Senhor é odiar o mal; odeio o orgulho e a arrogância, o mau comportamento e o falar perverso”.
O orgulho é uma fixação psicológica na vivência exagerada e distorcida da própria identidade, diante de si e dos outros.
É uma fixação psicológica pelo fato de poder ser desfeita, a qualquer momento você pode abrir mão dessa fixação e seguir em outro caminho. É uma vivência por que engloba sensações, emoções, pensamentos e conceitos. Exagerada pelo fato de que pode ser para mais ou para menos, mas ainda assim girando sobre si. Distorcida porque não sendo a realidade dos fatos o orgulho surge como uma miragem. Identidade porque é o conjunto de concepções que criamos em torno de nós mesmos.
Quantas pessoas, quantas oportunidades nós afastamos, nós perdemos, nós deixamos escapar por causa do orgulho? Quantas pessoas se afastam de Deus ou impedem que Deus se aproxime delas por causa do orgulho? Quantas vezes deixamos de ser felizes por causa do orgulho?
Pense nisso!
NELE, que sendo Deus, se fez homem para nos resgatar, Rogério Amaral.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

PASTORAIS: O BEM QUE QUERO ... O MAL QUE NÃO QUERO - Pr ROGÉRIO AMARAL




O bem que quero … o mal que não quero

Como já disse em alguns textos meus, tenho o costume de pelo menos uma vez por semana parar para me analisar, é um tempo onde busco me olhar de fora de mim para saber se, aos olhos de Jesus, eu me vejo como luz do mundo e sal da terra, se eu me vejo como alguém que produz vida à outras pessoas, se eu me vejo como alguém que, com a existência, glorifica a Deus e, acima de tudo, se eu estou num caminho de melhoria, se eu estou crescendo na direção da estatura de Jesus.

            Hoje foi o dia que eu parei para avaliar-me. Quero confessar que me “quase me arrependi” de tê-lo feito, pois confesso que ficou-estou muito chateado, muito decepcionado comigo. Vi-me cometendo erros que já não era mais para cometê-los, me vi em oportunidades de abençoar outras pessoas e não o fiz, me vi tendo a oportunidade de fazer a justiça e passei de largo neste momento, me vi podendo ser compassivo e fui indiferente, me vi podendo não julgar e julguei (tudo o que estou colocando aqui é segundo o Evangelho de Jesus e são coisas que eu sei que poderia ter feito e não fiz, ou então podia ter deixado de fazer e o fiz). Como disse, eu tenho o costume de fazer isso toda esta semana, mas confesso que hoje eu me senti horrível, visto que são coisas que, pelas minhas experiências, pelo andar da carruagem, pelo que conheço de Jesus, pelo meu desejo de ser benção na e para a vida de outras pessoas, eu poderia ter evitado todos esses erros.

            Enquanto eu me irava comigo mesmo eu lembrava do que disse o apóstolo Paulo sobre esta sensação que ainda estou sentindo: “Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Romanos 7 :14 a 19).

            Por favor, não leia essa reflexão pensando que eu sou um “bonzão”, ao contrário, o que sinto e este texto é para mostrar o quanto ruim sou e quanto eu dependo da graça, da misericórdia, do amor de Deus sobre mim para que eu possa ser uma pessoa melhor, melhor para mim, melhor para o meu próximo e melhor para Deus (só se é melhor para Deus quando se aprende a amar o seu próximo como a si mesmo), ao mesmo tempo estou escrevendo esta para dizer que, talvez mais do que nunca, esta atual sociedade necessita de pessoas que sejam melhores para melhorar este mundo, pessoas que não aceitem caminhar-viver com os valores errôneos e destrutivos deste atual século, pessoas que sejam dia a dia melhores, que busquem em todo o momento fazerem o bem que lhe é possível e ser o bem que é necessário para o próprio ser como também para esta sociedade. Sei que aqui estou porque o amor de Deus é inefável e intangível e imensurável, e sei que é esse amor que não permite que eu seja pior e ou que eu não seja consumido.

            Oro a Deus, em nome de Jesus, que me faça uma pessoa melhor, melhor segundo os padrões de Deus, melhor segundo o que faz bem, e bem é aquilo que gera vida para todos.

              Pense nisso!
            NELE, que nos mostra o caminho e nos dá graça e nos capacita para sermos melhores, Rogério Amaral.

RELACIONAMENTOS 2 - Pr ROGÉRIO AMARAL

terça-feira, 22 de maio de 2018

REFLEXÃO: CIÚME - ROGÉRIO AMARAL




CIÚME

substantivo masculino
1.    1. Estado emocional complexo que envolve um sentimento penoso provocado em relação a uma pessoa de que se pretende o amor exclusivo; receio de que o ente amado dedique seu afeto a outrem; zelo (mais us. no pl.).
2.    2.medo de perder alguma coisa.

ciúme é um exercício enlouquecido de poder, de dominação e de aprisionamento do outro, é o desejo de limitar-aprisionar o outro, de querer direcionar a vida do outro segundo a sua própria visão de relacionamento. Falta de confiança; desejo de possuir; A pessoa ciumenta não sabe diferenciar imaginação e realidade - até porque o/a ciumento/a vive no seu próprio mundo de posse e insegurança -, não sabe distinguir fantasia e certeza. Qualquer dúvida em sua cabeça logo se transforma em delírio. A vítima do ciumento corre o risco de ter seus pertences revistados em busca de vestígios que nem imagina do que seja, a vítima da pessoa ciumenta torna-se alvo de intrigas, causadas pela pessoa ciumenta, de que ela, vítima, não faz nem ideia do que se trata. O/A ciumento/a tem ciúme até do passado do/a outro/a, dos seus relacionamentos anteriores, tem receio de novos relacionamentos-amizades que a “vítima” pode ter no hoje e no agora, vive num mundo de insegurança e vive imaginando detalhes sobre fatos verdadeiros ou não. O que o ciumento quer é o controle total e absoluto dos sentimentos, quer ser a única pessoa notada-percebida-amada pela pessoa de quem se tem ciúme, quer ter exclusiva atenção e quer ter o domínio sobre o comportamento do outro; normalmente, o ciúme é manifestado na falta de confiança no sentimento do outro
.
Além deste comportamento se tornar, quase sempre, um problema patológico ele destrói tanto a vida de quem sofre com ciúme, com a vida da pessoa que é alvo do ciúme, como ainda todas as pessoas que estão dentro do círculo de relacionamento de tais pessoas, resumindo, família são afetadas e, consequentemente, a sociedade onde estão inseridos/as.
Sabemos que existem profissionais que tratam deste problema, no entanto, dentro do que creio, quero trazer alguns apontamentos bíblicos sobre o assunto.
Quando Deus criou Adão ELE disse que não era bom que o homem estivesse só, em seguida criou Eva e ainda disse que eles tinham que fecundar e povoar toda a terra, isto é, Deus disse que tudo que ELE criou como todo o amor dELE era/é para ser compartilhado com todos, é tudo de todos e para todos e cabe a nós sabermos entender e viver isso, tendo total responsabilidade como total liberdade sobre tudo que se tem e se sente.
Em 1 Coríntios 13:4 a Bíblia nos diz que quando temos amor, queremos o bem dos outros e não pensamos apenas em nós mesmos, quando há amor é a alegria-felicidade do outro que alegra o nosso ser. A Bíblia diz que devemos nos alegrar com a alegria dos outros (Romanos 12:15). Em vez de ficarmos com ciúmes, devemos agradecer a Deus pelo bem que Ele faz aos outros e partilhar sua alegria e, com amor e sabedoria, buscarmos a disfrutar desta felicidade.
Também é importante aprender a perdoar. O ciúme torna a vida amarga e pode destruir bons relacionamentos por causa de faltas pequenas. Por isso, o perdão é essencial para acalmar a ira e trazer reconciliação (Colossenses 3:13), inclusive quando oramos a oração modelo, Pai Nosso, Jesus disse que temos que falar para Deus nos perdoar como nós perdoamos aos que nos tem ofendido. Atenção: perdoar não significa aceitar viver em uma situação inaceitável. Se seu ciúme tiver fundamento (como em caso de traição), a outra pessoa precisa se arrepender e mudar. Caso contrário, você tem todo direito de se afastar, para seu próprio bem.
Pense nestes versículos abaixo:
Cantares 8:6 “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas”;
Tiago 3:14-16 “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa”;
Gênesis 4:3-5 “E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor.
E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.
Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante”.
Leia Filipenses 2
NELE, que mesmo nos amando a ponto de dar o seu único filho para nos salvar (Jesus) nos deixou livres para escolhermos amá-lo ou não (Jo 14:21) nos dando o livre arbítrio (Pv 16:9, Dt 30:19-20, Rm 2:6-11, etc.), Rogério Amaral.

sábado, 19 de maio de 2018

PASTORAIS: FOFOCAS - Pr ROGÉRIO AMARAL




FOFOCA


Seja o seu sim, sim, e o seu não, não; o que passar disso vem do Maligno (Mt 5.37)

    A desmotivação é ausência de motivo para a realização de algo. Ela pode ser experimentada nas várias instâncias da nossa vida. Por vezes, é gerada pelas palavras negativas que ouvimos de outros e acabam se acumulando em nosso coração.

    Neemias foi um líder do povo judeu a partir de 445 a.C. (Neemias 6.1-14). Ele ajudou a reconstruir o muro e as portas de Jerusalém, restabelecendo seus meios de defesa, além de coordenar outras reformas. Contudo, desde o início enfrentou oposição que poderia tê-lo desmotivado e levado a encerrar, antes mesmo de começar, aquela grande obra.

     Em um dos ataques, Neemias sofreu três sutis investidas. Seus opositores não usaram armas físicas, mas palavras. Primeiro, fizeram-lhe um falso convite de amizade, para se aproveitar dele. Como não obtiveram resultado, inventaram uma história sobre o seu caráter, o que também não surtiu efeito. Por fim, pagaram um religioso para ludibriá-lo e fazê-lo errar contra Deus, mas Neemias percebeu a armadilha.

    Aquelas pessoas tentaram desmotivá-lo com fofoca e ou boatos, que poderiam tê-lo abalado. Não é sem razão o alerta bíblico em Tiago 3.8b: "a língua “é um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero”. Críticas negativas, intimidação e zombaria podem levar qualquer um à desmotivação. Mas Neemias sabia por que estava ali e o que deveria fazer. Por isso, ignorou aquelas palavras por completo, respondendo que não podia parar o que estava fazendo para discutir com eles, pedindo a Deus força para continuar a obra e que o Senhor agisse em relação às pessoas que tentavam intimidá-lo. Sua sensatez diante da situação o ajudou a prosseguir.

    Assim como Neemias, todos nós enfrentamos palavras desmotivadoras, recebemos palavras, até lisonjeiras, que têm a intenção de nos ludibriar e ou nos levar à cumprir o desejo de quem nos diz tais palavras. Por isso, cabe aqui uma reflexão: que reação temos diante delas – vingança ou sensatez? Vencer tais palavras foi um exercício de não se deixar envolver por elas e não permitir que se propagassem.

    Preste a atenção, NEEMIAS sabia quem era, sabia para quem estava trabalhando (Deus), sabia o que tinha recebido de Deus para realizar, sabia que tudo que vinha contrário ao propósito de Deus para ele, ainda que fosse um convite para um banquete, não poderia vir de Deus e também sabia de que independentemente do que poderiam falar dele, sobre ele ou para ele, Deus o conhecia e o honraria.

    Assim sendo Neemias reconstruiu o muro em 52, o que já foi um record, como também fez justiça entre o povo em casos socias e levou o povo à adoração a Deus.

    Entre tantos exemplos bíblicos, a história-exemplo de Neemias serve para não nos deixarmos desmotivar diante de uma fofoca ou boato ou falsos elogios, devemos apenas ignorá-los, continuarmos com as mãos no arado e crer que o Senhor nos honrará.

    NELE, que sempre tem o sim como sim e o não como não para as nossas vidas e, consequentemente, o nosso chamado, Pr. Rogério Amaral.

REFLEXÕES: INFORMAÇÕES, O QUE FAZER COM ELAS?



INFORMAÇÕES, O QUE FAZER COM ELAS?


             Desde que o mundo é mundo, em toda a história humana, nunca o ser humano teve tão fácil acesso às informações, aos acontecimentos como no dia chamado hoje, como na atualidade, e não somente acesso como também com tanta rapidez, hoje o que acontece no oriente passamos a ter ciência em questão de minutos.

             Esta facilidade de obter as informações como a facilidade de obtê-las é realmente fantástico, fascinante! Fico imaginando como é na cabeça de uma pessoa de 80 anos que usa a internet, como funciona na cabeça destas pessoas vivendo hoje estas fantásticas descobertas da tecnologia e tendo que acompanhar esta avalanche de informações que recai sobre nós em todo o tempo, a todo momento.

             Por outro lado, ainda que hoje eu tenha “somente” 46 anos, quando converso com as pessoas de mais idade, quando leio sobre a vida há cerca de 50 anos atrás, fico vendo como estas pessoas tinham pulsos fortes, como elas eram decididas, como elas mantinham o foco, como elas brigavam por seus direitos, principalmente para fazer justiça e para fazer valer o que era bom para todos, para a comunidade, a destacas o que tinha haver com as bases familiares - é claro que sempre existiram as exceções -, via de regra era assim que os mais antigos viviam e se comportavam. Era muito raro conseguir fazer lavagem cerebral em uma comunidade, em uma sociedade, em um povo.

             Hoje vejo a nossa era, o nosso povo, cheio de conhecimento, mas que desaprendeu a pensar (se é que em algum dia soube), que desaprendeu o bom senso, que desaprendeu o que é justo, que desaprendeu a se compadecer, que desaprendeu a amar sem barganhas, a amar de verdade, com pureza de coração, pois somente assim se ama de verdade, que desaprendeu a chorar com os que choram e se alegrarem com os que se alegram, que desaprendeu a fazer bons usos, usos revolucionários para o bem de todos, valorizando a história, com os conhecimentos que têm, etc.

             Quem me conhece sabe o quanto amo futebol, o quanto vibro com dribles ousados e jogadas de efeito, assim sendo gosto muito do Garrincha – lamento a maneira que findou a vida dele -, gosto muito do Maradona, do Zico, do Pelé, dos dois Ronaldos, do falecido Dener, do Neymar, etc. Gostar de futebol e falar do mesmo me encanta. No entanto eu não consigo entender comoções, “correntes”, gastos de tempo e até dinheiro por parte do povo sobre a cirurgia do Neymar. É claro que lamento o sofrimento da dor da fratura e quem sabe da expectativa sobre a copa do mundo. Mas eu lhe convido a pensar comigo: a cirurgia é simples, os médicos são os melhores que existem na área, toda a medicação e instrumentos estão à mão, a companhia é a das mais desejadas na atualidade (Bruna), o lugar de recuperação é um sonho que pouquíssimos conseguirão realizar e por aí vai. Concomitantemente ao que acontece com Neymar inaugura-se (reconstrói) um hospital federal que não tem médicos e nem medicamentos, a Síria sofre um extermínio, o SUS é um susto constante, o desemprego não diminui, famílias que um dia tiveram a sua casa estão morando nas ruas, a corrupção no Brasil é alarmante, e não vemos estas comoções, estas correntes, estas mobilizações do povo sobre estes temas, sobre estas catástrofes.

             Diante disso tudo eu entendo que a avalanche de informações que temos tem nos impedido de pensar, tem nos impedido de ter bom senso, tem nos impedido de ser justo, tem nos impedido de ter sentimentos nobres, tem nos impedido de compreender que fazer o que é correto não é mérito, mas é o que se espera de qualquer um que viva em sociedade, fazer o que é certo e justo é o dever de todo ser humano.

             Oro-sonho-desejo que chegue o dia em que as nossas informações nos leve a fazer justiça, a sermos pessoas de foco, pessoas de caráter que não se vendem, que não negociem princípios, que sejam íntegras, que não sejam manipuladas por festas e por brindes, pessoas que amem ao próximo como a si mesmo.

             Que o Senhor nos abençoe e nos ajude!

             Sem mais, por enquanto, rs, Rogério Amaral.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

PASTORAIS: DISCERNINDO BEM - Pr ROGÉRIO AMARAL




DISCERNINDO BEM

1Co 2:15;16 “Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido; pois, “quem conheceu a mente do Senhor para que possa instruí-lo?” Nós, porém, temos a mente de Cristo”.

Rm 12:2 “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

      É normal vermos uma pessoa ingressar em uma força militar e rapidamente aprender e praticar o linguajar militar, como também é comum o calouro de uma universidade levar quase sempre uma simples conversa para a universidade e destacar a sua área de formação.

    Bem, isso não necessariamente significa que todo o militar, mesmo que tenha aprendido o linguajar, ame o militarismo e ou siga a carreira, alguns até seguirão a carreira, mas sem vibrarem com o militarismo. De igual modo podemos dizer do universitário calouro, pois muitos trocam de disciplina, outros abandonam, outros se formam, mas ordem a paixão e outros realmente serão ótimos profissionais e apaixonados pela profissão.

     Eu, particularmente, vejo estas coisas se repetindo no meio evangélico, vejo estas coisas acontecendo no meio do povo que se diz povo de Deus.

      Ao ingressar no meio do “povo de Deus” rapidamente se aprende o linguajar ”crentés”, rapidamente se aprende as frases de efeito, rapidamente se aprende as normas e regras (as quais na maioria das vezes engessam o ser). No entanto, por não experimentarem um novo nascimento (Jo 3), por não deixarem a mente e o coração cativas a Jesus, cativas ao Espírito Santo (Gl 5:22-25), por não se renderem totalmente a Jesus com a compreensão de quem ninguém nos ama como ELE nos ama, de que somente ELE perdoa pecados e dá a salvação (At 13:38), de que é necessário ser discípulo/a dELE (Mt 28:28-30), e de que tudo que ELE faz é bom (1Tm 4:4), e tudo isso por fé (Hb 11), pois sem fé é impossível agradá-Lo (Hb 10:38), muitos desistiram e desistirão da caminhada, outros ficarão, até terão títulos e cargos, mas sem amor a Deus e ao próximo (os dois andam juntos, não tem como desassociá-los – Mt 22:36-40), sem temor a Deus e sem fé para a vida eterna (1Co 15:19), pois a fé é a da barganha, é a fé para o aqui e agora, para o imediatismo, é a fé do “gênio da lâmpada mágica” que atende aos pedidos.

O meu desejo com esta pequena reflexão é que compreendamos que não adianta aprender os trejeitos, os jargões, tudo isso Pedro havia aprendido, inclusive foi o jeito dele falar que o denunciou, mas ainda assim, tendo os mesmos trejeitos Pedro negou Jesus 3 vezes, mas quando se rendeu completamente a Jesus, que aprendeu a amá-LO de todo o coração, quando entregou a mente e o espírito ao Senhor, não somente viveu com trejeitos, mas foi até ao fim ao ponto de morrer por amor a Jesus e ao próximo (Mc 14:66-72).

       NELE, que deseja ser o Senhor de todo o nosso ser, que deseja que deixemos Jesus se formar em nós, Rogério Amaral.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

REFLEXÃO: O SAPATO DO OUTRO - ROGÉRIO AMARAL




O SAPATO DO OUTRO

"Ao perguntar o que estava acontecendo, a filha contou, dentre lágrimas que a pequena amiga tinha perdido sua boneca favorita. A mãe ficou um pouco confusa e, em seguida, perguntou à filha:
 "você perdeu a sua boneca também?" "Não", a filha chorava e respondia.
- "Então o que há de errado com você?"
- "Nada", ela soluçou. “Eu estou apenas ajudando minha amiga a chorar".
            Sempre me encanto com a pureza das crianças, já escrevi algumas vezes aqui, e também creio que foi por isso que Jesus disse que se queremos herdar o Reino dos céus temos que ser como crianças.
            Eu quero lhe convidar a reler esta história que inicia esta reflexão. Releu? Agora seja franco e diga para você mesmo, somos assim? Somos pessoas que vivem em e com compaixão? Somos pessoas que choram com os que choram? Somos pessoas que ao ver alguém feliz nos alegramos ou somos os que sentem invejas da felicidade dos outros? Somos pessoas que quando alguém comete um erro, que quando alguém está mal nos compadecemos de tal pessoa ou somos os que dizem: Bem feito! Quem mandou ser irresponsável! Quem mandou meter a mão onde não foi chamado!?
            Como a compaixão e a empatia estão longe de nós! Infelizmente temos nos tornados pessoas cada vez mais egoístas, mais egocêntricas. O interessante disso é que quando vemos um filme onde estes sentimentos, estes tratamentos estão presentes – compaixão, empatia, graça, misericórdia – nos emocionamos, aplaudimos, achamos nobres, no entanto, de uma maneira geral, não queremos tê-los e muito menos praticá-los.
            Há um ditado aqui no Perú que diz que temos sempre que colocar, calçar o sapato do outro, pois só assim se poderá saber como ele anda e as dores e incômodos e alegrias que o outro tem.
            Sabe, eu creio, eu entendo que o mundo, a sociedade somente será melhor quando todos e cada um de nós aprenda a se sensibilizar tanto com a tristeza como com a alegria do outro e, mais ainda, quando está sensibilidade nos leve a uma ação-interação com o próximo.
            Pense nisso!

            NELE, que sendo Deus se fez homem para assim poder, sabendo realmente quem somos e sentimos, nos perdoar, Rogério Amaral.

DEIXE DEUS ABENÇOAR A SUA FAMÍLIA: MARIDOS E ESPOSAS - Pr ROGÉRIO AMARAL

terça-feira, 15 de maio de 2018

PENSAMENTOS: VOLTA LOGO JESUS!!! - Pr ROGÉRIO AMARAL




VOLTA LOGO JESUS!!!

O Senhor Jesus disse que um reino dividido não subsiste (Mateus 12:25) ; mas também disse que o joio e o trigo cresceriam juntos (Mateus 13:28-30) tal como disse que o Reino de Deus é semelhante a um pescador que lançando a rede apanha todos os tipos de peixe e que depois, no grande dia, se fará a separação dos peixes bons e ruins (Mateus 13:47-51) e no livro do profeta Amós existe a pergunta: “Porventura andarão dois juntos se não estiverem de acordo?

         Creio que estas passagens serão suficientes para fazer com que entendam as inquietações da minha alma, mesmo que alguns as entendam como infantilidade, até porque o que escreverei não tem a intensão de esgotar, se aprofundar no conhecimento acadêmico, mas tão somente tem o desejo de expor o meu coração.

         Não tenho tanto tempo de cristão (seguidor de Cristo, discípulo de Jesus), mas também não é tão pouco, são 22 anos buscando caminhar-viver em/com/como Jesus. Mas, neste tempo de caminhada, dentro do pouco que já vivi, li e leio, acho que nunca vivemos um período onde a hipocrisia, a verborreia, a vaidade, a indiferença, a ganância, a falta de temor a Deus, o sectarismo, a prepotência, a síndrome de “ser deus”, o amor ao dinheiro e a fama e a falta de amor ao próximo, entre outras coisas, fossem tão evidentes como no atual dia no meio dos que se dizem cristãos, principalmente no meio da liderança.

         Aquele que tem pecado que atire a primeira pedra (Jo 8:1-11), assim sendo sei que todos nós erramos, pecamos, vacilamos, a começar por mim, no entanto eu entendo que se de fato encontramos a Jesus, fomos confrontado e arrebatado pelo amor de Deus em Cristo Jesus e, como consequência, nos reconhecemos como pecadores e nos arrependemos de nossos pecados, não vamos querer seguir no pecado, não vamos querer permanecer nos erros que cometemos, não vamos querer ser dissimulados e colocar máscara, até porque ninguém engana e ou se esconde de Deus (Salmo 26:2-3; Salmo 7:9; Lucas 12:2; Hebreus 4:13 etc.), ao contrário, lutaremos todo o tempo para sermos melhores, buscaremos em Deus a Sua graça e poder para sermos feitos, dia a dia, à sua imagem e semelhança. Dito isto, eu afirmo que não entendo como cristãos, principalmente os líderes, se tornaram, conscientemente, sepulcros caiados; como perderam, de tal maneira, o temor a Deus e o amor ao próximo; não entendo que como acham que causas e coisas são mais importantes do que as vidas por quem Jesus morreu; não entendo como baratear a graça, pois os líderes não só vivem em desunião, jactâncias, pecados, como também permitem que os seus liderados vivam da mesma maneira, por consequência eles não entram pela porta e nem deixam outros entrerem; não entendo como os que se dizem cristãos se apegam tanto a mentira – João 8:44 diz que o diabo é o pai da mentira – que passam a viver a mentira como se verdade fossem e atropelam a tudo e a todos em nome e defesa da verdade mentirosa; não entendo como pessoas que não se contaminaram com tais afirmações se permitiram se contaminarem com a covardia, pois quando podem denunciar tais comportamentos de calam, se escondem.

         Na linha dos meus questionamentos supracitados eu não entendo outras tantas coisas e me pergunto o porquê destas pessoas não se arrependerem, não se permitirem ser confrontadas-convencidas e transformadas pelo poder do Espírito Santo a fim de deixarem tais práticas ou então o porquê de não deixarem de fazer de conta que são cristãs, pior ainda líderes cristãos, e vão praticar outra coisa, vão confessar outra fé ou, melhor ainda, não confessar fé alguma? Por que? Por que? Por que?

         Diante disso a única coisa que, neste momento, tenho vontade de fazer é gritar: VOLTA LOGO JESUS!!!!!

         NELE, que esquadrinha os rins e sonda os corações, Rogério Amaral.