PAI NOSSO 3
Mateus 6:9-13 “Vocês, orem assim: ‘Pai nosso, que estás nos
céus! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade,
assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso
pão de cada dia. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos
aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal,
porque teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém’”.
No livro de
Atos, no capítulo 2, dos versos 43 a 47, diz que os cristãos, os que
recentemente tinham recebido a Palavra de Deus e crido no Senhor Jesus e assim
recebendo também o Espírito Santo – isso se deu dias depois que Jesus havia
ascendido aos céus e o número dos que criam em Jesus começava a crescer –
viviam em unidade, em comunhão e que repartiam tudo que tinham, inclusive o
pão, por isso entre eles não havia necessitados.
Pão nosso de
cada dia, oração do Pai Nosso. Não há oração segundo Jesus se o que se pede é
algo totalmente individualista. Aqui, quando falo do básico da vida e para a
vida, do que é primordial e indispensável para a vida e manutenção da vida de
todo e qualquer ser humano, se diz que se tem que entender que o pão é nosso, é
coletivo, é para todos. Não é permitido na oração segundo o coração de Jesus eu
achar que o pão é somente meu e para mim, o pão, o necessário, o primordial, o
essencial é para todos, para mim e para o meu próximo. Não compreender que a
necessidade do outro tem que ser suprida tal qual a minha é não ter entendido o
que é oração segundo a vontade do Pai.
Não estou
dizendo que não posso orar por minha cura, para que eu tenha um trabalho, não é
isso. A oração do Pai Nosso nos ensina que no que é primordial e essencial para
vida, o pão (alimento), a saúde, a educação, o respeito, a segurança, é para
todos. Se quando oro não o faço com este sentimento não oro segundo o Pai, se
tenho as condições e não reparto o essencial da vida com o meu próximo eu não
entendi o verdadeiro sentido para o qual a minha oração foi respondida, visto
que eu e você quando recebemos o que é mister para vida, nos tornamos a
resposta da oração para a necessidade do nosso próximo, somos, neste momento em
que fomos abençoados com o ter, o instrumento de Deus para aquele que não tem.
O pão é
nosso, é o pão da comunhão, da vida, é o pão que nos permite estabelecer o
Reino de Deus, a vontade do Pai.
Pergunto: é
assim que estamos orando? É assim que estamos vivendo? É esta compreensão que
temos?
Pense nisso!
NELE, que
ensinou como santificar a vontade do Pai a estabelecer o Seu Reino, Rogério Amaral.
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