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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Pastorais: ASSUMIR O ERRO - Pr ROGÉRIO AMARAL

ASSUMIR O ERRO Somos, todos nós somos, pessoas que querem ser amadas, que querem ser respeitadas, que querem ser bem reconhecidas, pode e tem as exceções, mas em via de regras todos queremos o que acabei de citar, isso pode ser aí no Brasil, aqui no Peru, ou onde essa humilde reflexão possa estar sendo lida. Essa minha constatação supracitada me leva à outra constatação que é o fato d’eu não entender o porquê de nós termos tanta dificuldade de assumir os nossos próprios erros e uma grande facilidade-habilidade de constatar e apontar os erros dos outros? Não sei, não entendo o motivo que nos faz crer que há mais honra, maior glória em não admitir os erros do que em se reconhecermos como falhos, como imperfeitos. Não consigo entender o que leva uma pessoa a mentir, para não assumir os erros, até mesmo quando a outra pessoa já sabe de toda a verdade. Por que não se entende que quando você, quando eu, somos orgulhosos-mentirosos, soberbos-mentirosos, vamos perdendo o crédito, vamos perdendo respeito, vamos perdendo crédito, vamos perdendo a honra? E ao contrário, quando somos humildes-sinceros, quando somos, quando somos simples-honestos as pessoas tendem a confiar mais em nós, a se aproximarem de nós e que também isso nos dá a possibilidade de crescermos, de nos tornarmos pessoas melhores? Essa semana, no meu chamado cristão-pastoral-capelão, fui conversar com uma pessoa que “se acha”, uma pessoa que causa muito medo, não respeito, mas medo, às outras pessoas devido à posição que a mesma ocupa. Na conversa com tal pessoa, eu já tinha várias informações sobre os mesmos fatos e por isso fui conversar com tal pessoa. Sentei-me em sua sala e expus todo o histórico que me levou à atual conversa. Amigos/as, eu ciente de todos os fatos, a pessoa do outro lado da mesa sabendo que tudo que eu dizia era real, ainda assim a mesma contou-me histórias, saiu do tema, isso durante uns 40 minutos, depois, sem responder nenhuma pergunta que eu havia feito, sem em nenhum momento contestar as colocações que eu o tinha exposto, levantou-se e disse que teria outra reunião para ir. Eu o olhei, o agradeci por seu “precioso tempo” e enquanto me despedia dela eu pensava: é, essa pessoa deve se achar um/a Deus/a, deve crer que nunca comete um erro, deve crer que eu sou burro e que somente ela é inteligente. Ao término de tal acontecimento somente me restou uma conclusão, que é a de que eu não posso crer em praticamente nada que a pessoa diz e que também nada resolverá eu ir conversar com essa pessoa sobre temas de erros a não ser que a mesma demonstre o desejo de querer melhorar. Para mim tal pessoa pode ter o posto que seja, contudo, até que deseje mudar e se entenda como alguém que também comete erros, jamais terá o meu respeito, o meu crédito, a minha honra. Termino dizendo que aqui em casa eu busco ensinar aos meus filhos que todos erramos, que é honroso admitir o erro como também o é em pedir desculpas-perdão, pois somente assim eles agradarão a Deus, somente assim eles terão respeito, crédito e honra das pessoas. É por isso que Jesus disse, quando flagraram a mulher no erro, que aquele que não tivesse pecado deveria que atirar a primeira pedra, logo um a um foi saindo, pois todos pecamos, todos erramos. Pense nisso! NELE, que veio para nos fazer entender que somos e nos dá a possibilidade de melhorarmos nELE, Rogério Amaral.

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